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Posts Tagged ‘seleção argentina’

Por que eu ainda assisto a jogos da seleção brasileira? Não estou falando em torcer ou em secar, estou lamentando o fato de perder duas horas de minha vida vendo um amontoado de frouxos dar aquele espetáculo deprimente, demonstração de futebol mal jogado, displicência tática e desacertos dolosos que trouxeram constrangimento ao torcedor presente e mudança drástica de humor nos que esperavam um jogo minimamente próximo a futebol enquanto esporte (mais…)

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Brasil e Argentina medem forças esta noite, logo após a novela-das-oito, no Mineirão, em um clássico do futebol mundial que está tirando o sono dos técnicos Dunga e Basile. Quem sair derrotado no duelo se complica na tabela das eliminatórias. O técnico loser poderá perder o emprego, dependendo do resultado e da atuação de sua equipe.

Rivalidade à parte, ambas as seleções enfrentam problemas de ordens técnica, tática e comportamental.

Os hermanos vivenciam brigas no elenco envolvendo os craques Riquelme e Messi. O último resultado, empate em casa contra o Equador, em vez da esperada goleada, gerou insatisfação. Basile escala, por falta de opções, algumas ‘feridas’ em seu time titular, como Zanneti, Abondanzieri e Heinze. O velho Verón não joga por estar lesionado, mas dizem que sua saída foi motivada por uma briga com Riquelme.

Por aqui os problemas são parecidos. Kaká não está no grupo, e vem dando a entender que é Dunga quem está de birra com ele. Sem o camisa 22 do Milan, além da já corriqueira ausência de Ronaldinho Gaúcho, nossa inspiração com a bola nos pés dá lugar ao esforço de algumas perebas, como Josué, Diego, Mineiro e Júlio Baptista, com suas jogadas simplórias e previsíveis. O mal-resolvido esquema tático ainda não funcionou de forma convincente (muitos acreditam que Dunga nem sabe o que é um esquema tático).

Se Riquelme e Messi fizerem as pazes, o Brasil terá problemas.

Ainda assim, considero a seleção brasileira favorita para vencer o clássico, principalmente se lembrarmos os últimos confrontos, em que argentinos tremeram e sofreram derrotas até hoje não digeridas. Sem craques, a torcida brasileira tem em Adriano uma esperança para o segundo tempo, pois o imperador esquentará banco para Luís Fabiano. Com Ânderson no time desde o início, boas possibilidades de algum discernimento na saída de bola, mas a medida é insuficiente para dirimir a desconfiança geral.

Como já diria Jardel, “clássico é clássico e vice-versa”.

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