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Posts Tagged ‘olimpíadas’

a prata é nossa!

[Em observância ao decreto publicado aqui, o post a seguir aborda a olimpíada de Pequim.]

Não que eu queira meter minha colher em esportes coletivos brandos e sem contato físico, mas falar do vôlei masculino do Brasil é quase o mesmo que falar da seleção de futebol (mais…)

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ouro televisionado

Assisti à conquista de Maurren Maggi em uma das raríssimas vezes em que me postei à frente da tevê para emprestar minha audiência aos jogos olímpicos. Não chorei nem me emocionei, confesso ruborescido (mais…)

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Muitos estão secando a seleção de Dunga na Olimpíada por entender que uma derrota redundará na demissão do técnico, que poderia, dependendo de seu substituto, ensejar a tão esperada tomada de um rumo, seja ele qual for.

A nobre iniciativa tem, porém, um porém: os jogadores brasileiros (refiro-me aos titulares) são bons, alguns são craques e, o que é mais grave, os adversários são fracos. A Argentina vence pelo esquálido placar de 1 a zero a Nova Zelândia, enquano a Itália recorre a táticas de camaradagem mútua para avançar à próxima fase, negócio comum na nossa série C, diga-se de passagem.

Sendo assim, podemos facilmente imaginar o técnico Dunga comandando uma conquista inédita para o Brasil, o que lhe garantirira um belo gás para a seqüência de seu mandato como bobo da corte do reino de Ricardo Teixeira.

Quem acordar às 7 da manhã deste sábado, 16, poderá ver do que é capaz esta seleção, montada com jovens que todos querem ver no selecionado principal. O adversário, Camarões, que deve ter levado 3 jogadores ABAIXO de 23, é uma pedra no sapato brasileiro de outras olimpíadas. Um bom desafio.

A propósito, Hernanes e Lucas: QUE dupla de volantes!

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Por mais débil que seja o adversário, dificilmente uma equipe pratica bom futebol na primeira vez em que atua junta. A seleção olímpica estreou uma formação no amistoso contra Cingapura, num jogo ruim, mas com aspectos positivos para o selecionado brasileiro.

Destaque-se o setor de meio-campo. A dupla de volantes é excepcional, com Hernanes e Lucas mostrando grande qualidade na marcação e no toque de bola. Não lembro de um duo tão bem provido de recursos técnicos quanto este. Nenhum dos dois possui aquela veia para a destruição, aquele instinto de demolição que muitas vezes posiciona-se acima da razão e dos bons modos com a bola nos pés.

À frente, o canhoto Ânderson capricha na conexão entre meio e ataque, além de dar uma boa contribuição numa tarefa menos nobre chamada marcação. Aí está o ponto forte da equipe olímpica de Dunga. Sabe marcar, embora não tenha esta como principal vocação. E sabe jogar.

Mais à frente está Diego, que jogou bem, com a desenvoltura necessária para a função que exerce: a construção de jogadas. Terá a sombra de Thiago Neves, outro canhoto, que leva vantagem sobre Diego no quesito habilidade, mas não tem a mesma visão de jogo. Dunga optará pelo que mostrar mais entrosamento com Ronaldinho Gaúcho e Pato, pois individualmente os dois se equivalem.

Ronaldinho, o astro-mor, tem a liberdade que qualquer boleiro sonha. É fato que existe uma curiosidade muito maior sobre o desempenho individual do Gaúcho do que sobre a equipe, nos Jogos Olímpicos. Com a bola rolando para valer, será possível definir se ele conseguirá ou não voltar ao topo do mundo, uma dúvida que povoa as mentes de todos os que já o viram jogar.

Pato, meio isolado no ataque, não assustou a defesa cingapuriana, mas dele se esperam gols e boas jogadas. Sabe jogar, resta saber se a personalidade do jogador acompanha o talento.

Com 18 jogadores convocados, não dá nem para fazer um coletivo… Bem que o Brasil podia ter um técnico de verdade para esta campanha que reúne geração tão promissora de futebolistas.

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Nosso exército de honrados está, finalmente, convocado. Nossos 18 guerreiros partirão rumo à glória de Pequim, e o primeiro passo foi dado neste histórico 07 de julho de 2008, após a conclamação dos heróis que nos representarão nas batalhas inesquecíveis que vêm pela frente: os JOGOS OLÍMPICOS.

Os deuses do esporte nos aguardam com respeito e ansiedade. Marcharemos com dignidade, esquecendo as vaidades que povoam as mentes dos ordinários.

Seguem os nomes selecionados pelo onipresente DUNGA:

Diego Alves (Almeria) – GOLEIRO QUE EU NUNCA VI MAIS GORDO
Renan (Internacional) – GOLEIRO QUE DEU UM COICE EM RODRIGO MENDES
Alex Silva (São Paulo) – ZAGUEIRO QUE TROCA EMPURRÕES COM COMPANHEIROS EM PLENO JOGO
Breno (Bayern Munique) – ZAGUEIRO RESERVA
Thiago Silva (Fluminense) – ZAGUEIRO QUE NÃO JOGA NADA HÁ TEMPOS
Ilsinho (Shakhtar Donestsk) – LATERAL DIREITO QUE SUMIU DO MAPA
Rafinha (Schalke 04) – LATERAL DIREITO QUE, DIZEM, ESTÁ JOGANDO BEM
Marcelo (Real Madrid) – LATERAL ESQUERDO (MUITO) RESERVA
Ânderson (Manchester United) – MEIA QUE FOGE À REGRA ESTABELECIDA POR DUNGA: SABE JOGAR
Diego (Werder Bremen) – MEIA QUE JOGA MUITO NO SEU TIME E NADA NA SELEÇÃO
Hernanes (São Paulo) – VOLANTE QUE SE ACHA O MELHOR DO MUNDO
Lucas (Liverpool) – VOLANTE QUE SEMPRE TOMA ESPORRO DO GERARD
Ronaldinho Gaúcho (Barcelona) – MEIA-ATACANTE QUE PLEITEIA O TÍTULO DE GORDO DO MOMENTO
Thiago Neves (Fluminense) – MEIA QUE TEM O CABELO MAIS BREGA DO FUTEBOL BRASILEIRO
Alexandre Pato (AC Milan) – ATACANTE QUE PROMETE SER BOM, MAS ATÉ AGORA NINGUÉM VIU JOGAR
(Manchester City) – ATACANTE QUE FAZ (MUITO BEM, POR SINAL) O TIPO MANGOLÃO
Rafael Sóbis (Bétis de Sevilha) – ATACANTE RESERVA QUE TEM UNS 35 MIN. DE BOM FUTEBOL NA CARREIRA
Robinho (Real Madrid) – ATACANTE TRI-ATLETA: PEDALA, CORRE E NADA (é velha, mas define com perfeição o jogador)

Eis Dunga, um Alexandre dos tempos modernos, um general de feitos memoráveis – dos quais nenhum ainda pôde ser contemplado. Acreditamos em ti, nobre representante da excelência futebolística, embora tuas demonstrações de estupidez teimem em predominar.

E Jô? Será ele um predestinado? Ao contrariar a unanimidade (de que não deveria ter sido convocado), escreverá sua monossílaba alcunha na história dos heróis brasileiros, desconcertando os adversários e, sobretudo, os críticos – a totalidade dos que emitem opinião e já o viram jogar.

Enfim, o primeiro capítulo de uma jornada gloriosa está escrito. Que venham os italianos, argentinos, nigerianos… We have bananas para vocês!!

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