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Posts Tagged ‘fluminense’

Em clima de ‘já ganhou’, o Fluminense pegará a LDU no primeiro duelo pela supremacia sul-americana, na altitude de Quito. O pior time do brasileirão tem plenas condições de voltar com um bom resultado e garantir o título no Maracanã, semana que vem, afinal o adversário não se notabiliza por grandes façanhas nesta Libertadores, tendo chegado à final sem tanto mérito quanto o time carioca. O tricolor, ao contrário, apresenta campanha invejável, que só não é mais imponente em função dos insucessos consecutivos no campeonato brasileiro, o que tem sido insuficiente para minimizar o oba-oba.

Apesar da soberba tricolor, acredito que o abismo técnico que separa o futebol brasileiro do equatoriano será determinante na decisão deste título. É verdade que a bolinha verde-amarela tem estado quase vazia, vide Dunga’s Dream-Team, mas ainda assim a superioridade é gritante.

Aconteça o que for, nada estará definido no jogo de hoje. Nenhum dos clubes tem histórico internacional que agregue experiência e garanta maior confiança. A menos que uma diferença de gols igual ou superior a 3 tentos seja anotada, qualquer placar será reversível no jogo da volta.

É hora de saber se o Fluminense de hoje à noite será o do campeonato brasileiro, presa fácil para qualquer adversário, ou o que despachou com bravura São Paulo e Boca Juniors e alcançou status de favorito ao título. Vejamos, também, quais os efeitos da longa parada, motivada pelas eliminatórias, que distanciou a semifinal da final que começa hoje.

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Com toda sorte da qual só os campeões desfrutam, o Fluminense destruiu o badalado Boca, num 3×1 que confere ao clube carioca o direito de disputar, pela primeira vez em sua história, o título da América do Sul.

Fernando Henrique, antes criticado, teve atuação de gala. Heróica, no mínimo. Os atacantes argentinos esbarravam numa muralha, um goleiro que, se já tinha feito milagres no primeiro jogo, neste foi magistral.

A marcação sobre Riquelme funcionou bem, mas, convenhamos, foi facilitada pela condição física precária do craque, que esteve aquém de suas reais possibilidades. Sem a criatividade desenfreada de Román, o Boca perde 50% de sua capacidade de concluir jogadas ofensivas, mas mesmo assim entrou várias vezes na área brasileira.

A torcida do Fluminense deixou a desejar. Ficou quieta na maior parte do jogo, não cumprindo o papel que lhe cabia, qual fosse o de empurrar seu time para cima do adversário – pra dizer o mínimo. Na saída dos times para o intervalo, o Maracanã ficou em silêncio, o que, provavelmente, preocupou os jogadores do tricolor carioca.

Quando Palermo marcou o gol argentino, a sensação foi de que tudo estava perdido para o Fluminense. O Boca jogava melhor e estava à frente no placar. Tudo errado. Foi quando o técnico Renato Gaúcho deu o ar da graça, retirando um volante, a essas alturas menos preocupado com a movimentação de Riquelme, e colocou o craque Dodô. Já em seu primeiro lance, o atacante cavou uma falta na entrada da área, dando origem ao gol de Washington. Iniciou, minutos depois, o contra-ataque que determinou o gol-contra de Ibarra – 2×1. E, no final da partida, com os argentinos nocauteados, arrematou com maestria de dentro da área, assinalando o 3º gol do tricolor.

Vitória inesquecível.

Na final da Libertadores, o adversário será a LDU, do Equador. E o Fluminense passa de azarão a favorito ao título.

ADIÓS, BOCA JUNIORS!!

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Quando digo que o Boca é favorito para ganhar a Libertadores, fundamento minha opinião no terrível medo que os brasileiros sentem do clube argentino, tanto jogando em casa quanto fora. Antes do duelo entre Boca e Cruzeiro, pelas oitavas desta Libertadores, um jogador cruzeirense, talvez o Marquinhos Paraná, declarou que realizaria um sonho jogando na Bombonera e marcando Riquelme. O resultado não poderia ser outro senão a derrota dos brasileiros – mais uma.

Santos e Grêmio enfrentaram o Boca em finais e foram impiedosamente surrados, com direito a pernas trêmulas e violência desmedida, vide Sandro Goiano na final de 2007.

O Fluminense poderia sair vitorioso, mas duvido muito que isto aconteça, embora torça para o tricolor carioca triturar o badalado Boca Juniors e rumar para a grande final da América.

Basta analisar o time dos hermanos para concluir que trata-se de uma equipe comum. Não fosse por Román, este sim um grande craque de bola, teríamos um time frágil e envelhecido, com virtudes vinculadas a malandragem e catimba.

A Bombonera é um estádio vagabundo. É abarrotada de amplificadores, os reais responsáveis pelos urros de torcida que fazem tremer times brasileiros. Sentir medo na Bombonera, só se for de tomar uma garrafada na cabeça, já que a torcida argentina possui gana animalesca pelo triunfo e situa-se perigosamente próxima do campo de jogo.

Passar por cima do Boca não pode ser tão difícil. Quem sabe desta vez um time do Brasil, o Fluminense de Renato Gaúcho, que em seus tempos de jogador cansou de esmurrar argentinos, não treme – primeiro passo para calar a boca dos boquenses.

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