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Subtítulo: Sport Recife campeão da Copa do Brasil.

Merecidamente, o rubro-negro, após derrubar mais um gigante do futebol brasileiro, conquistou a Copa do Brasil. Enfim um título legítimo para o Leão da Ilha do Retiro, sem as controvérsias que cercaram aquele distante 1987, numa conquista de segundona que foi transformada no título brasileiro pela CBF.

Desta vez o Sport encarou de frente quem apareceu pelo caminho e empilhou cadáveres, em sua marcha vitoriosa rumo à vaga na Libertadores.

Ah, sim! Mas e o pênalti escancarado não assinalado a favor do Timão? Acosta foi derrubado pelo goleiro adversário dentro da área, aos 43 do 2º tempo, e o juiz não aplicou a regra do jogo, ignorando a infração e interferindo na história desta final.

Préstito corintiano, regozijo rubro-negro.

Ao som de We Are the Champions, logo após o derradeiro assopro do apito, o atacante Carlinhos Bala reafirmou aos repórteres sua intimidade com Deus – pasme, solitário leitor! Segundo o mesmo, Ele utiliza-se do fiel futebolista para manifestar Sua boa-vontade para com a torcida do Sport, o que só poderia redundar na grandiosa conquista. Em outras palavras, Carlinhos Bala já sabia!

Com este reforço magnânimo, que chance teria o Corínthians?

sport campeão da copa do brasil 2008

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As trajetórias dos finalistas da Copa do Brasil apontam o Sport como maior merecedor ao título. Os pernambucanos enfrentaram caminho mais tortuoso, tendo eliminado adversários bem mais poderosos que os do alvi-negro paulista.

Eis os que caíram diante do Sport na CB:

Imperatriz, Brasiliense, Palmeiras, Internacional e Vasco.

Nelsinho Batista quer este título como eu quero ganhar na mega-sena. Para ele, que conduziu com maestria o Corínthians à série B em 2007, trata-se de uma volta por cima, uma retomada de fôlego para quem já esteve entre os principais treinadores do país.

Do outro lado, o desacreditado time de Mano Menezes começa a conquistar a confiança de sua torcida e da crônica esportiva, após uma campanha fraca no campeonato paulista. A prioridade do clube é voltar à série A, o que deverá acontecer de forma natural, face à debilidade dos adversários da segundona.

O Corínthians derrubou os seguintes adversários na CB:

Barras, Fortaleza, Goiás, São Caetano e Botafogo.

O único digno de respeito é o Botafogo.

O Morumbi estará lotado esta noite para o primeiro jogo da final. O Sport está acostumado a reverter resultados em sua casa, na Ilha do Retiro, o que obriga o time paulista a buscar um placar elástico no jogo de hoje, do contrário suas chances diminuirão bastante.

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Numa quarta-feira de jogos decisivos, em que o controle remoto trabalhou à exaustão para que as 3 peleias da noite fossem apreciadas, definiram-se os finalistas da Copa do Brasil, em duas decisões por pênaltis que assinalaram o equilíbrio entre as equipes envolvidas. Ao mesmo tempo, em Avellaneda, o Fluminense arrancava um empate (não queria usar termo tão vulgar e clichê, mas lá vai…) heróico contra o favorito Boca Jrs., num exemplo clássico do duelo escola argentina versus escola brasileira.

Como amenizar a agonia de enfrentar uma segundona para um clube acostumado a grandes glórias? Ganhando um título de expresão nacional.  Os corintianos estão na final da Copa do Brasil, e consquistá-la pode representar o início de uma volta por cima apoteótica. O herói da semifinal foi o goleiro Felipe, porque ser goleiro significa virar herói em cobranças de pênaltis, eventualmente.

Ao Botafogo resta mais uma decepção, mais uma morte anunciada, mais uma dura derrota. Cuca pede demissão e diz que desta vez é de verdade. Cansou de perder no Glorioso.

Na outra semifinal, coube ao vascaíno Edmundo a autoria da cena mais grotesca da noite: sua cobrança de pênalti quase colocou a bola em órbita. Ridículo. Animal! Resultado, Sport na final. Ok, o time pernambucano tem grandes méritos, tendo enfrentado os adversários mais qualificados na trajetória até a grande final. É, por isso, o favorito ao título.

No jogo mais quente da noite, aquele ao qual dediquei a maior parte de meu tempo, o Boca (que de júnior não tem nada) empatou com um Fluminense corajoso e que bateu de frente contra os argentinos, sem perder la ternura nem o estilo carioca de jogar. Thiago Neves não foi brilhante, mas comandou as ações ofensivas do time brasileiro, além de ter feito um belo gol. Ao grandão Washington faltou a parceria adequada, alguém que lhe colocasse em condições de concluir jogadas, ação prioritária para os centroavantes.

Renato anunciou que o colossal Riquelme receberia marcação especial, e escalou o pequeno, mas ligeiro Arouca para exercer a medonha tarefa. Não adiantou nada. Riquelme, além de marcar os dois gols de seu time, infernizou a defesa tricolor e mandou no jogo (além de manipular o juiz, como de costume).

O meia Bataglia foi outro destaque argentino, assim como Palacios. O lateral Maidana é muito fraco, um péssimo substituto para o selecionável – e veterano – Ibarra. Palermo não ameaçou, mas deste nunca se sabe o que esperar. No lado brasileiro, a excelente zaga saiu-se muito bem, transmitindo segurança e proporcionando boa saída de jogo. O lateral Júnior César mostrou que tem talento até para postular vaga na seleção de Dunga, carente de bons laterais.

Não estivesse o goleiro FH em noite inspirada, as coisas teriam sido bem piores para o Fluminense, pois o segundo tempo apresentou um Boca impetuoso e ameaçador. O mesmo não se pode dizer do arqueiro adversário, o desastrado Migliore, que engoliu um frango tão ridículo quanto o chute de Edmundo no pênalti contra o Sport.

P.S.: Para ver fotos de Edmundo de cabeça raspada, basta acessar a qualquer site de esportes. Ele removeu os cabelos para mostrar ao mundo que foi capaz de um ato autopunitivo, o que, em minha opinião, não passa de autocomiseração.  A menos que ele esteja apenas fazendo com que lembremos que ele é O ANIMAL.

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O destaque da semana é o Sport Recife. Eliminou da Copa do Brasil o Inter, cujo elenco de jogadores é considerado pelos colorados o melhor do Brasil. O time pernambucano desfez a vantagem conquitada pelos gaúchos no primeiro jogo e despachou com méritos um dos principais favoritos ao título da Copa. Enfrentará o Vasco nas semi-finais, que massacrou o Coringão da terra da família Collor (quê?).

A outra semifinal terá um confronto de alvi-negros: Corínthians, aquele time de SP que quase não aparece na mídia, e Botafogo, time do deprimido técnico Cuca e do dirigente cavalo chamado Montenegro.

A final será entre Corínthians e Sport.

Pela Libertadores, os hermanos Boca e San Lorenzo não fizeram bom papel, empatando os primeiros jogos das quartas de final EM CASA e COM GOLS. Seus adversários, Atlas do México e LDU do Equador, jogarão por empates em zero, e é isto que os fará ser eliminados.

Já o São Paulo ganhou com propriedade do Fluminense e deverá confirmar sua passagem para a próxima fase. América do México também. Ganhou com tranqüilidade do Santos. Na Vila Belmiro, não creio que a equipe do técnico Lion seja suficientemente aguerrida para reverter o escore.

Desta forma, minha previsão é: São Paulo x Boca, San Lorenzo e América.

Boca x América farão a final.

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